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Estados Unidos: Campylobacter e Salmonella, principais agentes zoonóticos em 2016

O relatório da Rede de Vigilância Activa de Doenças Transmitidas pelos Alimentos dos CDC (FoodNet) fornece a informação mais actualizada sobre as doenças transmitidas por alimentos nos Estados Unidos.

5ª feira 27 Abril 2017 (há 2 anos 4 meses 24 dias)
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O Campylobacter e a Salmonella foram os principais causadores de doenças bacterianas transmitidas pelos alimentos nos Estados Unidos em 2016, de acordo com os dados preliminares publicados pelos CDC. O relatório da Rede de Vigilância Activa de Doenças Transmitidas pelos Alimentos dos CDC (FoodNet) fornece a informação mais actualizada sobre as doenças transmitidas por alimentos nos Estados Unidos.

A FoodNet compila dados sobre 15% da população dos Estados Unidos. Os sítios FoodNet reportaram por si sós 24029 infecções transmitidas por alimentos, 5512 hospitalizações e 98 mortes em 2016. O número de doenças  reportadas, por tipo de germen, foram: Campylobacter (8.547), Salmonella (8.172), Shigella (2.913), E. coli produtora de toxina Shiga), Cryptosporidium (1.816), Yersinia (302), Vibrio (252), Listeria (127) e Cyclospora (55). É a primeira vez que o relatório também inclui, no número total de infecções, as infecções bacterianas transmitidas por alimentos diagnosticadas apenas mediante análises rápidas através da FoodNet. Anteriormente, o relatório incluía apenas as infecções bacterianas transmitidas por alimentos confirmadas só por métodos tradicionais baseados ​em meios de cultura.

As infecções por Salmonella Typhimurium, frequentemente relacionadas com a carne de vaca e de aves, diminuiram 18% em 2016 em comparação com a média de 2013-2015. A diminuição contínua de Salmonella Typhimurium pode dever-se às medidas regulamentares para reduzir a contaminação por Salmonella em aves e a vacinação dos frangos por parte dos produtores. As infecções por E. coli produtora de toxina Shiga, Yersinia e Cryptosporidium aumentaram. Estes aumentos são, provavelmente, devidos às análises rápidas disponíveis recentemente que fazem com que as infecções sejam mais fáceis de diagnosticar, mais do que a um verdadeiro aumento dos casos de doença.

Os novos dados reflectem a crescente popularidade das análises rápidas conhecidas como análises de diagnóstico independentes de cultura ou CIDT. Estas análises mais rápidas podem ter beneficios imediatos para o tratamento, mas não fornecem a informação necessária para determinar se uma infecção é resistente aos antibióticos ou se está relacionada com um surto. Os resultados positivos nas análises rápidas podem ser seguidos por análises baseadas em culturas para obter dados mais detalhados.

Quinta-Feira, 20 de Abril de 2017/ CDC/ Estados Unidos.
https://www.cdc.gov

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