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Portugal: Abates e trocas comerciais entre Janeiro e Setembro de 2016

De acordo com os dados publicados pelo GPP relativos aos abates aprovados para consumo no nosso país entre Janeiro e Setembro de 2016, houve um aumento de 1,7% no número total de cabeças (4205714 em 2016, contra os 4136572 de 2015)

3ª feira 29 Novembro 2016 (há 3 anos 7 dias)
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De acordo com os dados publicados pelo GPP relativos aos abates aprovados para consumo no nosso país entre Janeiro e Setembro de 2016, houve um aumento de 1,7% no número total de cabeças (4205714 em 2016, contra os 4136572 de 2015) em comparação com o mesmo período de 2015. Estes números são decompostos entre 3337588 cabeças de porcos de abate (+0,3% do que em 2015) e 844213 leitões (+7,8% que em igual período de 2015) e 23913 reprodutores (-7,9% que em 2015).

Os pesos de abate também aumentaram ligeiramente em ambas as classes (porcos e leitões), sendo que o aumento foi de 0,7% nos porcos de abate e de 8,8% nos leitões, o que significa que os animais foram abatidos a pesos mais elevados.

No que diz respeito às trocas comerciais no mesmo período de 2016 e quando comparados a 2015, as importações de suínos e sua carne reduziram-se 15,4% e as exportações aumentaram 11,1%. No total, e em quantidades, as importações foram de 161561,9 tons em 2016 (191062,3 tons em 2015) e as exportações foram de 53803,9 tons (48425,9 tons em 2015).

Decompondo estes números, e começando pelas importações, temos que as importações de animais vivos para abate baixaram 16,2% passando das 95170,1 tons em 2015 para as 79787,2 tons em 2016. No que se refere à carne fresca e refrigerada a redução foi de 14,3% passando das 73008,8 tons em 2015 para as 62533,8 tons em 2016. Já as importações de carne congelada baixaram 14,0% passando das 20637,1 tons em 2015 para as 17755,9 tons em 2016. As importações de miudezas baixaram 32,3% passando das 2127,0 tons em 2015 para as 1439,1 tons em 2016.

No que diz respeito às exportações, Portugal aumentou as suas vendas ao exterior em 11,1%. Assim, no que se refere à venda de animais vivos para abate houve um aumento de 4,8% passando das 16692,7 tons em 2015 para as 17498,9 tons em 2016. Já a venda de carne fresca e refrigerada apresentou uma subida de 10,4% em relação a 2015, passando das 12479,0 tons para as 14080,7 tons. Na carne congelada a subida foi um pouco mais acentuada, tendo sido de 17,5% em 2016 quando comparada com o ano anterior, passando das 12102,2 tons para a 1422,9 tons. A venda de miudezas apresentou uma subida de 19,2% passando das 6543,6 tons para as 7799,8 tons.

Em relação ao valor em euros, as importações diminuíram 15,1%, já que 2015 tinham sido de 331,8 milhões de euros e em 2015 foram de 281,75 milhões de euros. Já as exportações reduziram o seu valor de comercialização em 4,8%, sendo que em 2015 tinham sido 91,95 milhões de euros e em 2016 foram de 87,55 milhões de euros.

Daqui pode-se concluir que as importações foram adquiridas aproximadamente aos mesmos valores do ano anterior e as exportações de Portugal em 2016, foram a preços mais baixos do no ano anterior.

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