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Rabobank: cadeia de valor cereais-carne de porco na UE

Nos últimos 30 anos, a cadeia de valor na suinicultura Europeia - que abarca grãos e oleaginosas através das rações para suínos - desenvolveu-se através de três principais modelos de negócio: especialização, semi-integração e plena integração.

3ª feira 17 Maio 2016 (há 1 anos 9 meses 1 dias)

A forte volatilidade dos preços de cereais e oleaginosas (G&O), a estabilização na procura de rações e proteína animal na UE e a consolidação dos comerciantes globais de (G&O) aumentaram a pressão na cadeia de valor. Isto deu lugar à expansão geográfica dos actores Europeus do sector dos alimentos compostos e à consolidação em curso na indústria da proteína animal na UE, segundo o relatório do Rabobank "Where Is the Upside in the European Grains-to-Pork Value Chains?: Leveraging Country Strengths."

Nos últimos 30 anos, a cadeia de valor na suinicultura Europeia - que abarca grãos e oleaginosas através das rações para suínos - desenvolveu-se através de três principais modelos de negócio: especialização, semi-integração e plena integração. Cada modelo tem os seus aspectos positivos e outros que se poderão melhorar em:

  • Especialização: o modelo especializado, como por exemplo o que encontramos na Holanda, caracteriza-se por uma elevada eficiência e competitividade das matérias-primas em todos os níveis da cadeia de valor. Esta cadeia de valor deve trabalhar numa maior integração e cooperação, não apenas a nível individual mas também em todos os degraus da cadeia. Este facto, provavelmente, reduzirá os custos adicionais.
  • Semi-integração: os modelos de semi-integração mantêm as ligações da cadeia de valor mediante uma forte competitividade, mas de forma independente, com suficiente valor acrescentado em cada nível. Este modelo vê-se na Alemanha, onde G&O e ração se encontram fortemente integrados, seguidos por um sector exploração/abate/processamento especializados mas independentes. Este modelo deve aproveitar ainda mais a sua vantagem competitiva em todas as etapas da cadeia de valor nos mercados internacionais. Os degraus inferiores da cadeia poderiam integrar e optimizar ainda mais as economias de escala.
  • O modelo integrado foi desenvolvido em países onde as desvantagens estruturais devem ser compensadas ​​pelas margens disponíveis nos degraus inferiores da cadeia. Este modelo pode observar-se em Espanha, por exemplo, onde os elevados custos da alimentação são compensados ​​pelo valor acrescentado na produção de presunto. O modelo integrado poderá aumentar a eficiência no mercado ascendente para baixar os custos de abastecimento das matárias-primas.

Quinta-Feira, 25 de Fevereiro de 2016/ Rabobank/ Holanda.
http://rabobank-food-agribusiness-research.pr.co

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